Atualmente, a astrologia está desfrutando de uma ampla aceitação cultural que não é vista desde os anos setenta e setenta. A mudança não foi a toa com certeza foi o próprio dia a dia que fiz com que não simplesmente o interesse pela astrologia fosse em crescimento e sim mais e mais profissionais aparecem todo dia, porém aqui temos a Rita Maluf que com toda a sua expertise e carisma nos comparte um pouco do entendimento que temos que aceitar sobre a realidade astrológica e sobre o nosso livre alvitro, Rubén Torrego trouxe neste bate-papo as perguntas mias recorrentes em na sociedade atual em que com a Internet temos conhecimento de muitas informações de forma generalizada porém nada como a voz de uma experta no tema para mostrar que nem tudo conseguimos através das pesquisas na internet.

A astrologia é um pouco como a psicanálise era antes. Em meados do século, você já deve ter ouvido falar de id, ego ou superego em uma festa; agora é comum ouvir alguém se explicar por meio do sol, da lua e de sinais em ascensão. Não é só você que ouve. É quem está dizendo: pessoas que não são doidas ou negam as mudanças climáticas, que não vêm contradição entre usar a astrologia e acreditar na ciência. A mudança está alimentando uma nova geração de praticantes. Quinze anos atrás, as conferências de astrologia eram a província de listras cinzentas de, como um astrólogo me disse, “damas vestidas de branco decoradas com estrelas”.

A popularidade da astrologia é frequentemente explicada como resultado do declínio da religião organizada e do aumento da precariedade econômica, e como um aspecto de uma mudança maior nas modalidades da Nova Era. Depois, há a questão do pânico político. Em tempos de crise, costuma-se dizer que as pessoas procuram algo em que acreditar.

É difícil entender o apelo profundo da prática astrológica sem ter ou observar uma leitura individual do gráfico, uma experiência cujo análogo mais próximo é a terapia. Mas, diferentemente da terapia, em que um cliente pode passar meses ou mesmo anos descobrindo as raízes de um sintoma, a astrologia promete obter respostas mais rapidamente. Apesar dos equívocos comuns, um astrólogo não é um adivinho. Em uma leitura de gráfico, ela não prevê o futuro; ela descreve o cliente para si mesma.

É comum dizer que em tempos de incerteza as pessoas anseiam por certeza. Mas o que a astrologia oferece não é certeza – é distância. Assim como uma pessoa pode achar mais fácil aceitar coisas sobre si mesma quando decide que nasceu assim, a astrologia torna possível ver os eventos mundiais de uma posição menos reativa. Ele postula que a história não é uma história linear de progresso ascendente, mas se move em ciclos, e que os atores históricos – os que estão descontrolados ao nosso redor – são arquétipos.

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